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Amigos

sábado

Muito mais que uma Mão Amiga, parte III

Antes de chegarmos ao fim desta historia de puro tesão e desejo, relembre como ela começou, clicando aqui.

Você leu o capitulo anterior? Caso a resposta seja negativa, clique aqui goze ao aug dessa historia clicando aqui.


A rola de Paulo já estava bem lubrificada devido a chupada, então ele foi direto forçando sua entrada em meu cu ainda virgem, relaxei o máximo que pude e logo a dor invadiu meu ser quando a cabeça daquela rola grande e grossa entrou. Dei uma gemida de dor, mas ele fingiu que não ouviu ou mesmo não se importou e foi afundando seu caraio em mim, eu sentia cada centímetro entrando até que suas bolas peludas encostaram em minha bunda, estavam aqueles 20 cm dentro do meu cu que ardia de dor.
- Que cuzinho quente e apertado, acostume-se com meu pau dentro de você, pois vou meter muito. – Disse Paulo em meus ouvidos bem baixo e mordiscando minha orelha de leve.
- Cara, vai devagar que está doendo demais. – Respondi com a voz trêmula.
Afim de que meu cú acostumasse com a grossura de seu pinto Paulo por um tempo nada fez, apenas deixou seu caralho lá dentro parado e ficou mordendo e beijando muito meu pescoço enquanto me punhetava e alisava meu abdômen.
- Vou começar metendo devagar e aos poucos aumentando a velocidade se a dor ficar muito alta eu vou com mais calma, ok? – Advertiu e perguntou ele que teve como resposta apenas um aceno positivo de minha parte já que o tesão roubou minhas palavras.
Assim como havia dito Paulo tirou um pouco mais que a metade da sua rola de dentro da minha bunda e a afundou lentamente de volta, a cada três ou quatro bombadas a intensidade ia aumentando, pois ele via que eu não falava nada, apenas gemia, pois a dor já estava mais leve e grande mesmo era o prazer que estava sentindo.
- Me fode bem gostoso mano. – Disse eu com a voz cheia de prazer me sentindo uma puta assim que as palavras saíram da minha boca.
- Está gostando de levar rola do seu irmão mais novo aqui né? Também estou curtindo essa experiência contigo brother. Somos dois maníacos por sexo, só pode. – Disse ele gemendo enquanto metia, rindo um pouco na frase final.
- Se soubesse que essa putaria que estamos fazendo seria tão boa teria feito na viagem daquele dia durante nosso banho, teria até sido mais ligeiro e tomado à iniciativa para eu que estar fudendo nessa porra, não estar sendo fodido. – Respondi pegando uma de suas mãos que estava na minha cintura no meu pênis.
- Ah cara, nesse cuzinho pretinho aqui entra nada não viu, está ótimo assim como está. – Disse ele enquanto batia uma para mim na mesma velocidade que metia em meu cu.
Nisso tirei a mão dele da minha rola e endireitei meu corpo indo um pouco para frente fazendo com que o pau dele saísse de dentro do meu cu, desliguei o chuveiro e empurrei ele até que ele trombasse no vazo sanitário que estava com a tampa abaixada e se sentasse ali de pernas abertas.
- Não sou sua puta não cuzão, se estamos nos proporcionando a fazer o que estamos fazendo não serei o único a lidar com o “trabalho sujo”. – Disse eu com a voz cheia de intensidade – em seguida pegando Paulo pela cabeça e levando de uma vez sua boca de encontro ao meu pau.
Passei a foder a boca dele com ainda mais vontade que ele havia fudido a minha que por sua vez não teve nenhuma reação, apenas ficou com os olhos arregalados de inicio pela surpresa, mas logo fechou e deixou o jogo virar demonstrando ter gostado da virada.
- Agora será sua vez de levar rola. – Falei para o Paulo tirando meu pau da boca dele, levantando ele do vazo e sentando no seu lugar. – Veem cá, senta de frente para mim que quero ver sua cara de dor e prazer ao sentir suas pregas indo embora irmãozinho. – Acrescentei, fechando um pouco minhas pernas e puxando Paulo para frente.
Foto 1 do Conto erotico: Muito mais que uma Mão Amiga (Parte 3)- Porra Carlos, quando você fode uma mina você é sempre assim? Agora entendi o motivo delas sempre quererem mais, na boa, mas maior tesão essa transformação de um cara submisso para um controlador. – Falou ele sorrindo e começando a sentar na minha rola.
Senti os pelos de seu cú rasparem na cabeça do meu pau e aquele aperto quente a cada centímetro que era introduzido. Paulo gemia e até tentou fugir quando metade havia entrado, mas o segurei e fiz sentar de uma vez. A explosão de dor deve ter sido grande, pois ele me xingou e apertou minhas coxas como reação. Falei para ele relaxar e se acostumar com a grossura do meu pau assim como ele havia feito comigo e então o beijei com muita intensidade.
Enquanto o beijava Paulo passou a cavalgar no meu pau, no inicio devagar, mas logo na mesma velocidade em que metia em mim minutos atrás. Seu pau duro e pulsante raspava em meu peitoral o que me fez por extinto baixar minha cabeça e deixar aquela rola gostosa entra na minha boca.
A cena era de puro prazer, enquanto meu pau fodia o cu de Paulo a rola grande dele fodia minha boca. Não demorou muito e ambos começamos a ficar cada vez mais ofegantes até que os primeiros jatos da minha gozada atingiram o cu do meu amigo que sentou-se de uma vez em minha rola e como resposta deu muito leite quente direto na minha boca que para surpresa de ambos foi tudo engolido com muito carinho deixando a cabeçona do pênis dele limpinha.

Sem dizer uma palavra Paulo saiu de cima de mim e voltou para o banho, fiquei lá sentado sem nada dizer enquanto ele se banhava e indo em seguida após ele ter terminado. Quando sai do banho ele já estava deitado em seu colchão que ficava do lado da minha cama, deitei na minha e me virei para ele que olhou para minha cara e disse:
- Cara minha bunda está doendo muito.
Respondi que a minha também estava e ambos começamos a rir. Conversamos sobre coisas aleatórias e volta e meia eu ou ele tocava no assunto de alguma parte da nossa experiência, mas tudo numa boa com muito humor até pegarmos no sono. Depois desse dia que foi a cerca de um mês atrás não transamos mais só nós dois, digo só nós dois por ter rolado uma semana atrás um ménage com uma mulher, mas este ocorrido fica para um conto hétero!
Bom pessoal, é isso, aqui se encerra esse conto, espero que tenham gostado. Para quem está se perguntado se isto é uma estória ou história vou deixar vocês na curiosidade. Espero que tenham sentido tanto tesão quanto eu enquanto digitava. Não esqueçam de comentar sobre o que acharam. 
Comentem o que acharam. Esse é meu primeiro conto. Conto com a opinião de vocês. Será importante. 

Até a próxima.

Muito mais que uma Mão Amiga, parte II

Para ver a parte como começou essa historia, clique aqui.

Vamos continuar com o conto....


Após Paulo sussurrar ofegante em meu ouvido que aquela gozada originada pela punheta que tocamos juntos tinha sido muito boa os pelos dos meus braços ficaram arrepiados de tesão, pois sussurrar em meus ouvidos, morder minha orelha e pescoço eram coisas que me deixando doido. Ele vendo minha reação deu risada e se desculpou, afastou um pouco, mas se manteve deitado sobre mim, minhas pernas dobradas deixando nós meio que encaixados e respondi que sim, tinha sido muito bom mesmo, mas que ele já podia sair de cima mim e para nós irmos tomar uma ducha já que estávamos melecados da porra.
Então ele perguntou se íamos tomar banho juntos já que desde a viagem que fizemos não havíamos tomado mais, afinal, não tinha motivo para tomarmos, na viagem foi pelo excesso de pessoas na casa, a propósito, nosso banho nessa ocasião tinha sido de mangueira. Respondi que se ele quisesse deixar o nosso esperma secar enquanto eu me lavava problema era dele eu não curtia porra seca não, ele deu risada e falou para irmos então que queria mesmo que alguém esfregasse as costas dele (fizemos isso para remover o protetor solar em nosso banho de mangueira). Eu ri e disse que a gente não valia nada.
Liguei o chuveiro e entrei primeiro enquanto ele ficou me observando.
- Mão amiga é algo até que comum entre amigos, parte do sussurro no ouvido foi tensa, agora você está aumentando o nível de tensão me comendo com os olhos cara!– disse eu rindo para o Paulo.
- Sinceramente, não é só com os olhos que eu gostaria de te comer irmão! – Respondeu ele de prontidão.
- Porra Paulo, você está zoando né? – Perguntei sério.
- Ah mano, na boa... Sabe que gosto de mulher tanto quanto sei que você gosta, mas essa punheta de agora a pouco foi uma brisa que nos jogamos e poooorra, foi melhor do que imaginei. Nunca senti atração por você brother, nem por homem algum, mas nesse momento só penso em terminar o que demos inicio da melhor forma, depois tudo voltará ao seu normal nós dois juntos saindo para azarar umas gatas. – Disse ele chegando a centímetros de distância de mim, de modo que, ficou também de baixo do chuveiro de frente para mim com nossos paus ainda moles quase se encostando.
Soltei um suspiro e passei as minhas mãos pelo seu abdômen a fim de limpá-lo, ele por outro lado deu uma boa apertada na minha bunda, as mãos dele são bem grandes e calejadas, olhei para ele que em um movimento rápido me virou de costas encostando seu pau na minha bunda e me abraçando.
- Tenho medo do caminho que isso possa vir a tomar, nunca me imaginei transando com um cara, não sou gay, além disso, não quero que nossa amizade corra o risco de acabar por termos nos levado pelo momento e se arrepender depois. – Disse eu cheio de tesão e medo na voz.
- Nossa amizade nunca vai ser abalada. Isso é uma brisa? Sim, é. Mas uma brisa nossa, que não sairá daqui, será nosso segredo assim como tantos outros que temos, só que ainda mais intenso. – Respondeu ele com seu pau começando a ganhar volume encostado em minha bunda.
Me virei, olhamos um para o outro por um tempo, ele colou sua mãos sobre meu pescoço e me puxou de encontro para ele, me dando um beijo , literalmente, molhado e muito quente. A partir daí a pegada ficou fervente, ambos beijávamos com muita pegada, desci as mão pelas costas deles meio que o arranhando, subindo pelas coxas grossas e peludas e dando um tapa na sua bunda, já ele mordiscava meus lábios, levantou uma de minhas pernas e encaixou na coxa dele colocando o dedo no meu cu e mexendo lá só que sem introduzir.
Empurrei ele para a parede mordi o seu pescoço, atitude a qual foi correspondida para o meu delírio, nessa altura novamente nossos paus estavam duros, dei mais um longo beijo nele e desci para seu pescoço, seu peitoral, abdômen e finalmente fiquei de joelhos, de frente para seu pau, olhei para cima ele com respiração descontrolada disse apenas. – vai. – e eu fui.
Foto 1 do Conto erotico: Muito mais que uma Mão Amiga (Parte 2)Coloquei aquele caralho negro e quente, ainda com cheiro do esperma da gozada de minutos atrás em minha boca, sensação que senti naquele momento era inexplicável, uma mistura de medo, receio, culpa, tesão, adrenalina e sede, muita sede, chupei com a mesma ferocidade que chupava uma buceta, hora tirando da minha boca e passando minha língua por todo seus 20 cm de comprimento, outra colocando suas suculentas bolas em minha boca.
- Essa é uma das melhores chupadas que já ganhei em minha vida. – Disse Paulo mordendo seus lábios grossos de tesão e com uma de suas mãos segurando minha cabeça com seus dedos entrelaçados em meus cabelos.
Creio que o fato de também ter um pênis e já ter sido muitas vezes chupado sabia os movimentos mais instigantes. Como por exemplo, aquela olhadinha para cima afim de um contato visual enquanto a chupada acontece. Fiz isso e teve o resultado esperado. Paulo contorceu o rosto dele segurou com força minha cabeça e passou a foder minha boca, me fazendo dar leves engasgadas e deixando seu pau muito babado.
Ficou assim por um tempo e então ele tirou seu pau da minha boca me levantou e me virou de costas fazendo eu me escorar na parede do banheiro e empinar minha bunda. Era hora de eu perder minhas pregas para meu melhor amigo!
Bom pessoal, é isso, essa é a segunda parte do conto, já está óbvio o que virá na terceira e última parte dessa experiência curiosa de dois melhores amigos que dizem ser héteros né? Kkk... Não percam o desfecho do que houve após MUITO MAIS QUE UMA MÃO AMIGA ter rolado.
E novamente comentem o que acharam. Com os elogios outros contos virão e com as críticas se necessárias estes virão ainda melhores. Até a próxima.

No primeiro sábado de janeiro de 2018, publicaremos a parte final deste delicioso conto. Aguardem!

quarta-feira

Gabriel Júnior, o praticante do freeballing

O Gabriel autorizou a postagem de suas fotos. 
O Gabriel é exibicionista, punheteiro e praticante do freeballing.







































Desconheço essa pratica, e resolve perguntar a ele. Veja o que ele respondeu:
"Desde de garoto pratico o freeballing, que é a pratica de usar roupas curtas (calção) bem largo e sem cueca, pois quando era menino não fui adaptado a usar cueca e por isso ao longo de tempo acabei por nunca usar e consequentemente o não uso da cueca cria uma série de situações, tais como:
a) Quando o calção é bem largo e está sentado acaba que o saco escapole pelas orlas;
b) Muitas pessoas vêem a situação do saco murcho saindo, porém alguns comentam outros fingem não ver;
c) Na escola uma vez ou outra, principalmente na Educação física alguns alunos acabavam vendo e comentavam;
d) Para mim era natural, nunca preocupei em sentar comportadamente, era sem maldade;
f) E mesmo na fase adulta o comportamento prevaleceu e uma vez ou outra observo olhares atentos aos meu genital;
f) Continuo praticando freeballing com naturalidade e agora costumo tirar fotos e trocá-las com praticantes
g) O bom de tudo que o pênis e o saco livre, leves e soltos trazem umas sensação muito prazeirosa e o calção bem curto e largo trazem um erotismo fantástico e uma oportunidade de vivenciar momentos diferente e maravilhosos. Quem pratica é porque gosta e acha lindo expôr suas formas e sensualidade que cada um tem....
h) Por fim cada uma um tem o livre arbítrio para praticar o que é bom segundo sua consciência e desenvolver práticas que trazem prazer e geram fantasias de todas formas."